Small Living World
Conceber jardins zoológicos, bioparques e terrários
Um parque com animais é um pequeno mundo vivo que não fecha à noite. Quando se poupa no sítio errado, quem paga é o animal.
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Entre a ciência e o betão
A ciência do bem-estar animal sabe muito sobre aquilo de que os animais precisam. Os construtores raramente a leem. Os requisitos das espécies estão em documentos de diferentes países e com diferente força legal. E sobre o próprio ofício — a rocha, a superfície e o revestimento no ambiente de um animal — há muito poucos dados.
Este livro situa-se exatamente nesse fosso. Mostra como transformar aquilo que a ciência sabe sobre a vida de um animal em decisões reais: o programa, o orçamento, a barreira, o solo, a água e a superfície da rocha sobre a qual o animal vive todos os dias — com uma cenografia e um biótopo verdadeiros para o animal e convincentes para as pessoas.
Não é um manual veterinário nem um cálculo estrutural. É uma tradução entre disciplinas — para que o conhecimento do veterinário, do zoólogo e do engenheiro chegue às mãos que, por fim, constroem o mundo do animal.
Um parque temático constrói-se para quem vem. Um jardim zoológico constrói-se para quem fica.Small Living World
Não contra ninguém. Para todos os que decidem.
Diretores de jardins zoológicos
As decisões que têm de ser tomadas antes da obra — e as rubricas de um orçamento que nunca devem ser cortadas, porque é o animal que as paga.
Curadores e tratadores
Uma forma de transformar as necessidades de bem-estar num programa que projetistas e empreiteiros consigam realmente construir e orçamentar.
Arquitetos e arquitetos paisagistas
Barreira, solo, água, abrigo e superfície da rocha — a cenografia e o biótopo como partes funcionais do habitat.
Empreiteiros e artesãos
Aquilo de que patas, cascos, garras e pele precisam de uma superfície, de um revestimento e de um pormenor — e como verificá-lo em obra.
Municípios e contratação pública
Porque é que os concursos decididos só pelo preço acabam por sair caros, e o que perguntar, em vez disso, a projetistas e empreiteiros.
Construtores de terrários e aquários
Mundos fechados, húmidos e quentes: terrários, piscinas e estufas tropicais, com os seus próprios riscos.
Seis frases que sustentam o livro
O público dá a primeira nota. O tempo dá a segunda.
Um objeto é julgado no dia da inauguração com os olhos — e anos depois pela chuva, pela geada, pela limpeza e pelo uso.
Verdade para o animal. Convicção para o ser humano.
A cenografia tem de convencer o visitante; o biótopo tem de servir o residente. Ambos, e não um em vez do outro.
Os visitantes veem a beleza da rocha. O animal sente a verdade da sua superfície.
Textura, aderência, temperatura e desgaste decidem o dia a dia no recinto.
A pedra tem de convencer as pessoas. Tem de servir o animal.
Duas funções para uma só superfície — e porque é que a segunda não se pode trocar.
Uma boa pergunta antes do primeiro esboço custa menos do que qualquer resposta depois de os animais se mudarem.
É por isso que cada capítulo termina com perguntas a fazer.
Justo é quando paga quem lucra — e não quem aqui vive.
O pensamento final do livro sobre quem suporta o custo do barato.
A evidência é identificada com honestidade ao longo de todo o livro: o que um estudo demonstra, o que uma organização recomenda, o que uma norma exige — e o que é conclusão do próprio autor, aberta a discussão.
Onze capítulos e um posfácio
Each chapter follows the same pattern: the argument and the evidence, short boxes from practice and from the workshop, and a closing set of questions in the form “Não: … Em vez disso: …” — pronto a levar para uma reunião de projeto.
1Um mundo que não fecha à noiteUm pequeno mundo vivo — e uma obrigação. Quem paga pelo barato.
- Dois parques depois do fecho
- Uma vida boa, e não apenas a ausência de sofrimento
- Três utilizadores, um primeiro cliente
- Quem paga pelo barato: um mapa da evidência
- Da coleção de feras ao bioparque
2O residente principal: o animalDa “liberdade de” a “uma vida que vale a pena viver”.
- Os Cinco Domínios, lidos com um desenho na mão
- Escolha e controlo
- Espaço, complexidade e o trilho batido
- Abrigo, vista, som, luz e sono
- O grupo, o tratador e a velhice
3A pessoa junto ao recintoCinco segundos junto ao vidro: o visitante como terceiro cliente.
- O que faz uma pessoa parar
- A visibilidade é o primeiro filtro
- O orçamento de atenção
- Como o ambiente muda o olhar sobre o animal
4Plano diretor, terreno, estações e normasBiomas, não continentes — e primeiro os bastidores.
- A grua que não conseguiu passar
- Vizinhos, e menos espécies
- O terreno está vivo
- Um mundo para cada estação
5O limite: barreiras e segurançaUm muro disfarçado de rocha — e a rocha junto à vedação como primeira via de fuga.
- Fossos: uma praia, não um canal
- Vidro, rede e fio eletrificado
- Pessoas dos dois lados
- Lista de verificação e perguntas a fazer
6Verdade para o animal, convicção para o ser humanoDois exames para uma só rocha.
- Porquê convencer as pessoas
- Quanta verdade é suficiente
- O duplo teste
- A referência de campo
- Modelo, maquete e painel de amostra
- Geologia para o escultor
7A casca da rocha e a sua superfícieTrês faces de uma só rocha: o interior, sob a pata, o casco e a barbatana, quente e fria.
- O que se esconde dentro da rocha
- A superfície sob a pata, o casco e a barbatana
- Pedra quente e pedra fria
- O que desaparece quando se corta a rubrica
8Cenografia funcional, árvores, solo, água e plantasCenografia que se usa, e não apenas se olha.
- Comedouros, esconderijos e chamarizes
- Árvores, lianas, troncos e termiteiras
- O solo faz parte da cenografia
- A água na cenografia: primeiro a bacia, depois a rocha
- Plantas vivas sobre rocha artificial
9Cor, envelhecimento, dioramas, unidade da zona — e funciona?A cor como biografia geológica — e a evidência.
- O que aprender com o diorama
- Unidade da zona: tematização sem disneyficação
- Funciona? O que está provado e o que não está
- Uma breve galeria de referências
10Terrário, piscina e estufa tropicalMundos fechados, húmidos e quentes.
- O terrário é um conjunto de gradientes
- Materiais que não matam
- A piscina é uma máquina e uma janela
- A estufa tropical: um clima sob um telhado
11Projeto, dinheiro, obra e a vida depois da inauguraçãoO preço do barato — e a vida depois do corte da fita.
- O ciclo de um projeto
- Dinheiro e concurso
- Construir entre animais
- Especificação e receção
- A vida depois da inauguração
✦Posfácio: quem pagaComo paga o animal — e o que está provado versus a conclusão do autor.
- A mesma cena
- Como paga o animal
- O que está provado e o que é conclusão minha
- Porquê o animal
- Manhã
Não pretendo substituir o veterinário, o zoólogo ou o engenheiro. Pretendo garantir que o seu conhecimento chega às pessoas que constroem o mundo físico do animal.Aleks Svirydzenka
Duas edições de um só livro
O livro está totalmente escrito e os números ISBN já foram atribuídos. Por haver tanta informação, é publicado em duas versões: uma edição prática resumida e a edição completa em três volumes.
Edição prática resumida
A tese, a evidência essencial, as decisões antes da obra e as perguntas a fazer. Em breve na Amazon.
Edição completa em três volumes
Toda a base de evidência, tabelas de espécies, estudos de caso e bibliografia. Em breve na Amazon e noutras plataformas.
Edição polaca «Mały żywy świat»
A primeira edição sai em polaco. Encomende diretamente ao autor.

The Truth About Artificial Rockwork
Não é um livro sobre rochas falsas, mas sobre a distância entre a aparência das coisas e aquilo que realmente são. Segunda edição, revista e ampliada.
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Um manual profissional, passo a passo, para universidades, arquitetos, designers e criadores de ambientes imersivos — do conceito ao resultado final.
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